Metodologia


Diferenciais da Metodologia Urban Systems

Geoprocessamento e Geoqualificação:

A Urban Systems utiliza, na primeira etapa de seus estudos, o geoprocessamento para referenciar dados em mapas temáticos digitais.

Em sequencia, emprega a geoqualificação, que é a análise relacional dos dados sobre o tecido urbano.

A geoqualificação possibilita identificar cenários de tendências de mercado. Geoqualificação é um conceito e uma metodologia de análise criada e desenvolvida pela Urban Systems.

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Diagramas Relacionais Urbanos

É a visualização da hierarquia dos municípios e a relação de interdependência socioeconômica que se estabelece entre eles.

Os diagramas relacionais permitem avaliar a diversidade coerente e a influência entre os municípios. Consideram-se os eixos de gestão pública e de gestão empresarial, complementados por um outro, o dos serviços de saúde.

A análise é realizada por meio de cruzamentos de dados, buscando verificar a hierarquia de influência das cidades pelos setores: público, agropecuário, comércio, serviço, lazer e transporte.

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Cidade Mental

Mapeamento da Cidade Mental é uma metodologia exclusiva criada pela Urban Systems para identificar os usos do espaço urbano de um grupo com mesmo perfil sócio,econômico e cultural, seus fluxos de deslocamento e a lógica de apropriação do tecido urbano que determinam o comportamento de consumo na cidade.

Os deslocamentos moradia-trabalho-lazer são determinantes para localizar regiões com maior probabilidade de serem utilizadas por cada perfil de consumidor, definindo a área de influência de cada negócio ou produto.

A metodologia de levantamento da imagem mental da cidade tem sua origem na década de 60 com os estudos pioneiros do arquiteto e urbanista norte-americano Kevin Lynch, do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), EUA. A partir dos conceitos e testes realizados por Lynch, a Urban Systems elaborou uma metodologia própria para aplicação ao mercado.

Lynch propôs um método de levantamento desta imagem que parte de uma formulação relativamente simples. A percepção do espaço é pessoal, contudo, ela se apóia em uma realidade material concreta, que é o espaço construído da cidade, comum a todos que nela habitam. Logo Lynch definiu, a partir da observação deste espaço, da dinâmica da cidade, os elementos presentes na paisagem urbana que auxiliam a formação desta imagem da cidade na mente das pessoas, chegando à definição de cinco elementos estruturadores:

1. Elementos marcantes presentes na paisagem

Estes seriam os marcos que se destacam na paisagem urbana, tais como grandes edifícios, monumentos, pontes, viadutos, nos quais nos apoiamos para nos orientarmos, nos localizarmos. Estes elementos são referências importantes na identificação da cidade que habitamos.

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2. Vias

Elemento primordial para a circulação e interligação das diversas partes que compõem uma cidade, pelo uso e simbolismo que estes lhes confere. Pense nas avenida Paulista, ou Av. Luiz Carlos Berrini em São Paulo. Além de importantes eixos viários para a circulação na cidade, a simples menção destes nomes significa poder econômico e dinamismo.

3. Cruzamentos

Intersecções entre vias, alguns cruzamentos transformam-se em referências simbólicas, em muitos casos importantíssimas para a representação da cidade. Como o cruzamento da Av. Ipiranga com a Av. São João.

4. Limites/barreiras urbanas

Por ser um território heterogêneo e resultante de um processo histórico de construção e ocupação do espaço geográfico, a cidade sempre apresenta determinados elementos construídos, ou acidentes geográficos naturais, que funcionam como limites entre regiões. No caso de São Paulo temos sua hidrografia, tal como o Rio Tietê, ou a Serra da Cantareira, ou vias expressas com poucos pontos de transposição, tal como a Av. Radial Leste. Estes exemplos são limites reais, visíveis, que condicionam o desenvolvimento, a expansão e articulação intra-urbana.

Algumas vezes, como resultante do processo de estruturação e da dinâmica da cidade, podemos observar a construção de barreiras mentais, invisíveis em uma primeira aproximação: o limite sutil e oscilante entre uma região segura e outra insegura; o limite entre regiões próximas, porém com concentração de população de diferentes níveis de renda. Assim, o levantamento da Cidade Mental, possibilita o aparecimento dessas barreiras.

5. Áreas homogêneas

A percepção de áreas homogêneas, é o mais complexo elemento estruturador da imagem mental da cidade. Se tomarmos como exemplo o perímetro de determinado bairro ou vila, vemos que está inteiramente apoiado no uso e vivência da cidade.

Os limites das áreas homogêneas, normalmente não correspondem aos limites geo-administrativos determinados pelos gestores da cidade. Normalmente invisíveis, eles são percebidos com maior exclusividade pelos habitantes da área e seus usuários.

Serão esses os critérios adotados para tabular, analisar e interpretar os mapas mentais elaborados pelo público target entrevistado.

ANÁLISE DA CIDADE MENTAL:

A análise da cidade mental coletiva de determinado público alvo e seu respectivo Mapa da Cidade Mental, são obtidos através do cruzamento de duas técnicas de pesquisa:


• Questionário composto por perguntas abertas com objetivo de avaliar a percepção do espaço urbano do ponto de vista da vivência, das sensações que ele suscita e da simbologia que evoca;


• Mapas mentais, são desenhos elaborados pelos entrevistados com o objetivo de avaliar a capacidade de apreensão do espaço urbano vivenciado. Estes mapas serão analisados e interpretados à luz do conceito de "elementos estruturadores da cidade mental".

Através do cotejo dos resultados obtidos com as duas técnicas, coletamos dados sensíveis sobre a Cidade Mental do ponto em análise e de seu entorno. Isso nos permite entender como o ponto e sua vizinhança funcionam para as pessoas, o nível de satisfação na fruição deste e quais são os obstáculos, visíveis ou invisíveis, que impeçam a sua plena ocupação e vivência.

Pretendemos, com este levantamento, fornecer indícios de natureza subjetiva que auxiliem na definição de diretrizes para a escolha da localização e do espaço de empreendimentos de sucesso.

Vale ressaltar que as interpretações tanto dos questionários, quanto dos mapas, são comparadas com as observações resultantes de levantamento técnico de campo e do entorno efetivado pela equipe da Urban Systems.

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Lógica Urbana

É um conceito que utiliza como base a análise relacional das cadeias produtivas que movimentam a economia, o comportamento das pessoas na cidade e a infraestrutura urbana.

A compreensão da Lógica Urbana, presente em todos os estudos da Urban Systems, permite identificar a tendência de valorização de terrenos e pontos comerciais, o potencial de sucesso de um negócio, a viabilidade de lançamento de um novo produto, respondendo às necessidades dos clientes de descobrir onde, o que e como investir.

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